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Nem tudo vai dar certo

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Entender que as coisas nem sempre vão acontecer como desejamos nos ajuda a encontrar novos caminhos e soluções possíveis para os incômodos.

Estamos querendo ser sãs e vitoriosas o tempo todo! E essa expectativa de perfeição está acabando por nos retirar a curiosidade e ousadia que cada etapa pode conter.

Por vezes desejamos tanto que as coisas aconteçam de determinada maneira que, quando elas saem do campo dos nossos planos, nos sentimos mal, desapontadas, raivosas com o mundo. E o mais grave, entristecidas com nós mesmas!

Observe que, essa postura negativa e de resistência, aumenta as frustrações e não nos permite uma clara identificação das aprendizagens a serem feitas. E acabamos por acreditar que, em todas às vezes que “não deu certo”, fomos derrotadas!

Essa percepção sobre a frustração nos impede de atentar ao “convite” que a vida está nos apresentando para mudarmos um pouquinho de rota, e tentar novas possibilidades e oportunidades para se chegar àquilo que se objetiva.

Compreender que nem sempre vai acontecer o que idealizamos (por sinal, na maioria das vezes pode ser que não) é uma das partes fundamentais nesse processo de acolher frustrações.

Nem tudo que sai da linha dos nossos planos é algo negativo. E por muitas vezes, é mais uma oportunidade de aprendermos com o que denominamos de “alinhamento”: de possibilidades, novos alcances de resultados e uma maior “robustez” de vivências.

Aprender com “o lado melhor das coisas que não aconteceram” como o planejado, não é uma “fuga de Poliana”. E sim, uma maneira adulta de perceber que a vida está acontecendo e a travessia tem a sua própria beleza na diversidade que se apresenta no momento presente.

Parar de criar expectativas (negativas ou positivas) nos poupa do medo de não “sermos bons o suficiente”. E nos permite ser gentis com as nossas falhas, e também orgulhosos com nossas virtudes. Não precisamos ter vergonha dos tombos ou dos aplausos. E, acima de tudo, de conseguir bater palmas para as nossas conquistas.

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*Os textos de nossas colunistas são de inteira responsabilidade das mesmas e não refletem, necessariamente, a opinião da Donadelas.

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